Segundo o FMI a Espanha deve crescer mais de 3% este ano, mesmo com mais de 200 dias o país seguindo sem governo, a taxa de desemprego caiu de 25,1% em 2015 para 23% em março deste ano.

O que se pergunta por lá é a necessidade real de um governo parlamentarista, lembrando que por aqui discute-se a mudança de presidencialismo para parlamentarismo. O PP e o PSOE não conseguiram formar um governo mesmo sendo os principais partidos, este fato se deu pelo surgimento do Ciudadanos e o Podemos que surgiram depois das manifestações por lá e ão aceitam fazer coalizão com os partidos “tradicionais” o que impede a formação de governo.

Algo tão inusitado ainda como bom reflexo na economia, além claro de que houve uma boa melhora na área de turismo, queda do valor do petróleo e dos aluguéis, é que até pouco tempo atrás a Espanha estava na mira da comunidade européia pois não iria conseguir atingir a meta fiscal e precisaria de mais de 10 Bilhões em cortes para que fosse possível o cumprimento da meta.

Neste cenário, os investidores estão otimistas e começam a voltar a investir no país, com isso o que podemos perceber é que um governo mais enxuto possível é bem melhor.

Mas é preciso observar a impaciência dos espanhóis com a eterna campanha – a mais de 9 meses – para se tentar formar um governo e até quando os investidores irão continuar otimistas assim também como Bruxelas.

Rodrigo Rey

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